Katharine Hepburn e Elizabeth Taylor em "De Repente, No Último Verão" (Suddenly, Last Summer), de 1959.

O Box "Grace Kelly Collection" foi lançado pela Paramount Pictures e conta com 4 filmes da atriz e princesa de Mônaco.

Os filmes são:

1. Ladrão de Casaca,  Alfred Hithcock (1955)


O filme é um espetáculo visual - ambientado na região de Côte-D'Azur, conta a história de um ex-ladrão de jóias, John Robie (Cary Grant) é acusado de uma série de assaltos que ocorrem em Cannes. Grace Kelly é a herdeira Frances Stevens, com quem Robie inicia um tórrido romance.

2. Amar é Sofrer, George Seaton (1954)


O filme que deu o polêmico óscar à Grace Kelly conta a história de um ator decadente e alcoólatra (vivido por Bing Crosby) e sua relação com a esposa (Grace Kelly) e com o roteirista Bernie Dodd (William Holden).
O filme é vencedor de 2 óscares e foi exibido no Festival de Cannes de 1954.  

3. As Pontes de Toko-Ri, Mark Robson (1954)



"As Pontes de Toko-Ri" é um drama de guerra ambientado na Guerra da Coreia e conta a história do Tenente Harry Brubaker que se vê divido entre lutar por seu país ou permanecer na vida civil ao lado de sua família.
A produção é considerada uma das melhores sobre a Guerra da Coreia e venceu um óscar na categoria de melhores efeitos especiais.

4. Matar ou Morrer, Fred Zinnemann (1952)



"Matar ou Morrer" é um dos melhores westerns americanos de todos os tempos e marcou a ascensão de Grace às telas de cinema.
O delegado Will Kane acabou de se casar com a jovem Amy Fowler, que é quaker. Com a chegada de um antigo bandido da região, Will começa a se questionar se deve enfrentar a ameaça de vez ou preservar sua união com Amy. 

Fotos do box:
 













O box pode ser encontrado no site da Saraiva (http://www.saraiva.com.br/grace-kelly-colecao-com-4-dvds-4061336.html).

A Nouvelle Vague francesa produziu inúmeros clássicos e levou ao estrelato vários diretores amadores e jovens atores, dentro deste cenário, uma jovem dinamarquesa se sobressaiu e passou a encantar o público desde sua estréia no começo dos anos 60 - Hanna Karin Blarke Byer, internacionalmente conhecida como Anna Karina.

De 1959 até 2008, a bela participou de inúmeros filmes. Conhecida como a musa e parceira de Jean-Luc Godard, Anna fez comédias, dramas, filmes políticos e um musical.

Segue abaixo, a lista com os melhores momentos da atriz:

1. O Demônio das Onze Horas, Jean-Luc Godard (1965)


Este é conhecido como sendo um dos filmes mais amados pelos cinéfilos fãs de Anna e Godard. Com atmosfera de road movie, o longa conta com uma das fotografias mais icônicas do cinema. 
Karina dá a vida a Marianne, uma jovem que junto com um professor espanhol (Jean-Paul Belmondo) protagoniza uma história de amor (e encrencas) enquanto fogem pela França. 



2. Viver a Vida, Jean-Luc Godard (1964)


Anna estrela esse filme como uma aspirante a atriz que entra no mundo da prostituição após abandonar o marido e o filho. 
Um dos filmes mais sensíveis da nouvelle vague, "Vivre sa Vie" é esteticamente lindíssimo e garantia de uma bela aquisição. 

3. "A Religiosa", Jacques Rivette (1966)

Após o fim de seu casamento com Godard, Karina começou a rodar filmes com outros diretores e o resultado foi maravilhoso: "A Religiosa" é um drama fortíssimo que conta a história de Suzanne, uma jovem obrigada pelos pais a torna-se freira. 
O filme causou uma grande polêmica na época de seu lançamento, sendo proibido em diversos países.

4. Uma Mulher é Uma Mulher, de Jean-Luc Godard (1961)

O trabalho mais divertido da parceria Anna-Godard. "Une Femme est Une Femme" é uma fábula cômica sobre uma jovem que quer ter um filho com o namorado, porém o mesmo não se sente preparado. 
A melhores cenas são formadas pelo triângulo amoroso vivido por Anna, Jean-Claude Brialy e Jean-Paul Belmondo.

5. Anna, de Pierre Koralnik

O único musical da carreira da atriz e uma linda homenagem para a mesma. Com músicas compostas por Serge Gainsbourg, "Anna" é alegre e muito divertido.



A magia de Paris – a cidade luz – sempre encantou os apaixonados de todo o mundo. Capital das artes do século XX, a cidade mantém toda a sua aura romântica e boêmia que inspirou artistas, escritores e vanguardistas que escreveram seu nome para sempre na história mundial.
Abaixo, listo algumas canções que levam, em sua essência, o melhor da capital francesa:

“Sous Le Ciel de Paris” – Edith Piáf
A canção, originalmente interpretada por Jean Bretonnière para o filme homônimo de Julien Duvivier, é uma das mais belas canções de amor parisienses. Gravada por dezenas de cantores, a versão mais conhecida – e, permito dizer, a mais bela – é de Edith Piàf;



“Le Poinçounner de Lilas’’ – Serge Gainsbourg
Lançada em 1958, a música foi o primeiro sucesso do ainda pouco conhecido Serge Gainsbourg. A balada é responsável pelo primeiro passo em direção ao estrelato do cantor francês e consiste em uma mistura de jazz e chanson française com uma letra jovem e descomprometida:


“La Bohème” - Charles Aznavour
Uma das canções mais conhecidas de Aznavour, “La Bohème” é uma canção nostálgica de amor à juventude e de mudanças nos tempos. Foi lançada em 1965 e regravada por vários artistas em todo o mundo:


“Oh Oh Chéri” – Françoise Hardy
O repertório de Françoise Hardy é tido como o mais sério dentre as cantoras pop da França nos anos 60, porém “Oh Oh Chéri” é jovial, alegre e possui uma melodia em que é impossível não se lembrar de Paris:


“À Paris” – Yves Montand
Para encerrar, mais uma bela canção de amor parisiense – “À Paris” é fresca, jovial e brilhantemente interpretada por Yves Montand: